quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
"... que os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro"
Mas os nossos gestores recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)
É sempre bom saber no lodaçal em que estamos metidos.
Tu bem falas ó Lopes " - Eu já não acredito em ninguém".
segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=ZxruR3Q-c7E
É quase como cá!
Eu até diria que é igualinho!
Cambada do caralho!!!
quinta-feira, 11 de março de 2010

A ministra da Educação, Isabel Alçada, foi ontem surpreendida durante a visita à Escola D. Manuel I, em Beja, com uma situação inesperada: o pavilhão polivalente coberto, acabado de construir - ao abrigo do projecto de requalificação do edifício escolar - deixa entrar água a ponto de interditar o espaço às aulas de Educação Física. Um pavilhão acabadinho de construir!!!
A governante (a quê?!), disse ter sido informada ontem de manhã e não escondeu o incómodo quando os jornalistas a confrontaram com o problema. E agora pasme-se: qual foi a a rídicula, a estapafuridia e insólita explicação que a abetarda deu: " Foi-me dito que o miniclima de Beja está relativamente diferente, graças ao Alqueva, que refrescou a cidade, e que tornou um pouco mais húmida esta zona".
Sinceramente, há merdas do caralho! Como é que é possível, estarmos num país, onde temos à frente do seu destino, a EDUCAÇÃO, uma grunha que dá explicações destas!
Quer dizer, chove dentro do pavilhão e isso deve-se ao miniclima. Miniclima!!!
O minicérebro que a gaja tem em cima dos ombros não lhe permite alcançar mais além. Será?
Nada disso! O que ela não quer é por o cú no mocho daqueles que são os grandes responsáveis pela obra: os técnicos do Parque Escolar. Alguma corja de boys, que estão ali a mamar o seu belo ordenado, e não fazem a puta da mínima ideia dos cargos que ocupam.
Pois, com estas e com outras, cá (cá, não, lá!) se vai enganando o povinho!
Estou tão farto desta merda!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
caim, caim ...
Ainda não li o livro, por isso não gosto de falar do que não sei. sábado, 23 de janeiro de 2010
silogismo artificial
Se deixarem que todas as mulheres que queiram casar com mulheres, o façam ...
Se deixarem que todos os que querem abortar, abortem sem limitações ...
Então, em duas gerações, deixarão de existir socialistas ...
Vou-me pô-lo a escorrer, senão ainda me esmijarrato todo ... ehehehehehe!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Só na merda deste país é que isto acontece!
Li hoje que, mais de 80% dos veículos (28.793 no total) do Estado português (ao qual sou obrigado a pertencer!) não têm seguro, segundo um levantamento efectuado pela ANCP (Agência Nacional de Compras Públicas) relativo ao ano de 2009. E na sua maioria, esses veículos pertencem à GNR e à PSP!
E eu, que apesar de ter uma memória, onde tudo o vento leva, faço um esforço enorme para me manter "limpinho" em ralação aos carros, com tudo em dia, porque não quero que nenhum GNR pançudo me venha foder o juízo e me passe uma multa cheia de erros ortográficos. Porque já se sabe que, quando eles querem, ou então o trotil que mamaram ao almoço lhes caiu mal no bucho, eles pegam por tudo e por nada. Mas a mim hão-de pegar-me pela ponta do caralho!
E por falar nisso, um amigo cá do je, inchou com uma multa por não ter a carta verde (do seguro) assinada. Pois, porque lá diz: "Este documento só é válido quando assinado pelo segurado". Excesso de zelo, sim senhor, mas é para os outros! Agora, quando me perguntarem pelo seguro, peço logo que me mostrem o seguro da viatura dessas autoridades. Ah pois é! Ou comem todos ou há moralidade.
Como diria o meu amigo Lopes: "Isto é tudo uma tropa do caralho"!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Só muda o nome ...
De uma actualidade pungente!!! Só muda o nome dos ministros....

"
Ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Agricultura
- E X P O S I Ç Ã O -
Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslizee
em que damos razão da nossa crise.
Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
- A matéria, em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.
E mijem-nos, também, por caridade!
O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós solícito, calado
,busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e… como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!
A Nação confiou-lhe os seus destinos?
...Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
… quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?
Quantos porão as suas esperanças
n'um traque do Ministro das Finanças?
...E quem vier aflito, sem recursos,
Já não distingue os traques dos discursos.
Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n'elas.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Adubos de potassa?... Cal?... Azote?...
Tragam-nos merda pura, do bispote!
E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!
Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda…
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Ah!... Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!...
Como é triste saber que todos vós
Andais cagando sem pensar em nós!
Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.
Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Pela Junta Corporativa dos Sindicatos Reunidos, do Norte, Centro e Sul do Alentejo
Évora, 13 de Fevereiro de 1934
O Presidente D. Tancredo (O Lavrador)
"Quem viver aflito, sem recursos, já não distingue, os traques, dos discursos." Genial!
terça-feira, 14 de julho de 2009

Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados. Aí estamos na vanguarda, mas muito na vanguarda. De acordo, aliás, com estes novos tempos, em que a esperança de vida é maior e, portanto, não devem ser postas na prateleira pessoas ainda com tanto a dar à sociedade. Nos últimos tempos, quase não passa dia sem que haja notícias animadoras a este respeito. E nós que não sabíamos! Ora vejamos:
· O nosso Presidente da República é um reformado;
· o nosso mais "mortinho por ser" candidato a Presidente da República é um reformado; · o nosso ministro das Finanças é um reformado;
· o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;
· o ministro das Obras Públicas é um reformado;
· gestores activíssimos como Mira Amaral (lembram-se?) são reformados;
· o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;
· entre os autarcas, "centenas, se não milhares" de reformados – garantiu-o o presidente da ANMP;
· o presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado (entre muitas outras coisas que a decência não permite escrever aqui);
E assim por diante... Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a reformados? Que valoriza os seus quadros independentemente de já estarem a ganhar uma pensãozita? Que combate a exclusão e valoriza a experiência dos mais (ou menos...) velhos? Ao menos neste domínio, ninguém faz melhor que nós. Ainda hão-de vir todos copiar este nosso tão generoso "Estado social"...
Joaquim Fidalgo - Jornalista
Quer dizer, e andam estes cabrões a dizer-nos que temos de trabalhar até aos 65 anos de idade, onde, se lá chegarmos, não se sabe ao certo qual a percentagem de reforma que nos irá calhar.
Vamos continuara a apostar nestes equídeos falhados? É mandá-los a todos p'ró do caralho, pá.

